MULHERES NOS QUADRINHOS

     

Sábado, Janeiro 29, 2005

 
EL LAPADÓN CONSEGUIU DE NOVO. Como este blogger tá me sacaneando e não me deixa mais postar nenhuma imagem, abri outra página com a inédita CAPA DO NOVO ÁLBUM 2005 DE VELTA. Isso mesmo, galera. Acessem logo.
http://www.geocities.com/mlapada2000

Tem também a outra página das gostosas todas juntas.
http://geocities.yahoo.com.br/mlapada2000

E para quem está com preguiça de ver os arquivos antigos, tem imagens e matérias no meu fotolog.
http://lapadon.gigafoto.com.br

Quer rir ?? Então vá para o Antro do El Lapadón.
http://www.lapadon.blogger.com.br

Quarta-feira, Janeiro 26, 2005

 
TEM JEITO NÃO, GALERA . NÃO CONSIGO MAIS POSTAR NENHUM DESENHO NOVO. Provisoriamente abri um fotolog no Giga. Um amigo me disse que o terra era melhor, e pode ser que eu abra lá no terra, porque logo quando postei um desenho, teve um imbecil que escreveu assim --- /// 22/01/2005 16:38:09 - Comentário enviado por São Nunca (www.blublat.gigafoto.com.br)
Ai kra que coisa ridícula é essa meu ficar colocando imagens de bonequinhas de quadrinhos v se tu cresce e vira um homem irmão. São Nunca. ////

Tem gente mesmo que não consegue ficar com a boca suja fechada. Eu não postei nenhum coment no fotolog desse babaca, não atrapalhei ele em nada e nunca vi esse puto mais gordo . Já que é São nunca deve ser um balofo, mas o puto veio me tirar.
Bom galera, por enquanto, visitem meu fotolog, depois vou abrir um no terra em definitivo, falou ?

http://lapadon.gigafoto.com.br/
EL LAPADÓN
http://lapadon.gigafoto.com.br/

Quarta-feira, Janeiro 19, 2005

 
TENTATIVA DE POSTAGEM . Esse blogger está me sacaneando. Faz dias tempo postar imagens e não dá em nada. Saco.
El Lapadon

Segunda-feira, Janeiro 10, 2005

 

Katy Apache era uma pistoleira do velho Oeste Americano e sua primeira aparição foi na revista AVENTURAS EM QUADRINHOS nº 1, da editora Grafipar, de Curitiba. O Ano não dá para saber, mas deve ter sido 1978 ou 79, talvez 1980. Foi criada por Cláudio Seto, o primeiro brasileiro desenhista de mangá que se tem notícia. Cláudio fez o texto e os desenhos da primeira história de Katy Apache, mas quem continuou com a personagem foi Mozart Couto, responsável por deixar a loirinha rápida no gatilho mais gostosa e coxuda. Aliás, é especialidade do Mozart desenhar cada mulher gostosa de deixar o leitor doidão. E por isso, mesmo sendo uma pistoleira americana no estilo Sharon Stone rápida e mortal, Katy ganhou formas bem brasileiras nas mãos de Mozart.

Criada pelos índios apaches, a loirinha gostosinha foi treinada na arte de matar por outro pistoleiro chamado Jackal, ou Chacal, e ela virou uma caçadora de recompensas. Katy era pra lá de safadinha e andava para todo canto apenas vestida com um poncho mexicano e provavelmente sem soutien e nem calcinha, deixando os bandidos taradões quando o vento soprava mais forte. Os pistoleiros deviam ficar de olho no corpinho da gata ao invés de mirar no seu coração, e acabavam se dando mal no duelo. Parece que sua revista não durou mais de um ano e sumiu sem deixar vestígios.

No desenho: Seto, Mozart e suas criações.

QUEM É CLÁUDIO SETO. Batizado Chuji Seto Takeguma, Claudio Seto, foi ao Japão quando tinha nove anos para estudar no Templo Myoshinji, da seita Zen, em Quioto. Após três anos, prosseguiu seus estudos religiosos e de cultura japonesa em Kyushu, no monte Ehiko-san, no templo de mesmo nome, pertencente à seita Shugêndô. No período em que ficou no Japão, Seto mergulhou na história do Japão e aprendeu muitas artes como: haiku, tanka, shodô, kadô, kendô, ninjutsu, mangá, kyudô e bonsai.
Cláudio Seto voltou ao Brasil com 17 anos, e iniciou-se na profícua carreira pelo Departamento de Desenho da Votorantim, em Sorocaba-SP, em 1965. Denunciando seu espírito combativo e ao mesmo tempo cooperativista, que mais tarde o caracterizaria frente aos amantes dos Quadrinhos tupiniquins, Seto foi candidato a vereador, em Guaiçara-SP, em 69, onde chegou à presidência da Câmara. Em 1970, a editora Edrel, de São Paulo, publicou Maria Erótica, criação de Cláudio Seto.
Levando as HQs como hobby, começou também a pintar em 1970, angariando vários prêmios, inclusive internacionais (Itália, 1975, Concurso Internacionale Per Il Manifesto Celebrativo), em óleo sobre tela no estilo neo-figurativista. Participou com destaque da Mostra de Artes de Gegiká Shiran-Gakô, em Tóquio, Japão.
Publicou vários livros e, no final dos anos 70, tornou-se o encarregado dos Quadrinhos da Grafipar, fundando ali uma verdadeira Casa das Idéias, na Vila Maria, em Curitiba, um forte movimento de combate aos enlatados americanos, que contou em seus quadros arregimentados pelo samurai os veteranos Colin, Sérgio Lima e o samurai-mor Shimamoto, e revelou talentos como Mozart Couto, Watson Portela, Rodval Matias, Roberto Kussumoto, Franco de Rosa. Sebastão Seabra, Maurício Veneza, Itamar Gonçalves, Bonini e tantos mais.
Como quadrinhista seus trabalhos abrilhantaram centenas de títulos, de forma bastante eclética , desde GAROTAS E PIADAS até A FOLHA DE SÃO PAULO, passando pelo emblemático Pasquim, Estórias Adultas, Humor Negro, Karatê 09 entre outras .
Atualmente trabalha também nos jornais Tribuna do Paraná e O Estado do Paraná. É editor do Jornal Garça da Sorte e da revista Planeta Zen.
Hoje com 60 anos, Seto ainda vive em Curitiba, Paraná, como um monge da seita Zenshi, onde se dedica às artes e cultura, notadamente nipônicas, como o Bonsai, Haiku, Tanka, Shodô, Kadô, Kendô e Kyudô, continuando ainda a pintar, fotografar e escrever.

QUEM É MOZART COUTO. Nascido em Juiz de Fora, Minas Gerais, Mozart Cunha do Couto começou a atuar profissionalmente em 1979, como ilustrador e autor (desenhista e argumentista/roteirista) de histórias em quadrinhos. A carreira profissional de Mozart Couto começou em 1978, ao fazer seus primeiros trabalhos para a Grafipar, sob a batuta de Claudio Seto. Para o Estúdio Bico de Pena, junto com Franco de Rosa, produziu o herói bárbaro ZAMOR, em 1982. Por volta de 1986 fez dezenas de histórias e capas para as revistas de terror e ficção da Press Editorial. Entre elas: SUPERFICÇÃO, AMBRAK e HELLDORADO, além ser colaborador regular da CALAFRIO, de Rodolfo Zalla. O estilo agressivo e encorpado de Mozart, que chegou a ser comparado ao de John Buscema (por quem realmente nutre admiração), sempre o destacou como um dos preferidos dos leitores. Ainda nos anos de 1980 fez trabalhos de encomenda para a agência internacional Comu. Produziu para diversas editoras do eixo Rio-São Paulo recebendo em 1986 o TROFÉU ÂNGELO AGOSTINI, da Associação de Quadrinhistas e Cartunistas de São Paulo, como melhor desenhista de quadrinhos em 1986.
Em 1988 começou a exportar seus trabalhos para a Europa. Foram publicados álbuns e tiras de jornais com circulação na Bélgica, França, Alemanha , Dinamarca e Holanda. Em 1993, entrou no mercado norte americano colaborando em revistas das editoras Marvel Comics, DC Comics, Acclaim Comics, Dark Horse e Image, desenhando conhecidos personagens como Mulher Maravilha, Thor, Hulk, Elektra Turok, Glory, Gamera, e outros. Sobre o mercado internacional (americano, europeu e japonês) Mozart disse numa entrevista, como é complicado um artista brasileiro entrar nesse mercado, e ao mesmo não é. Disse Mozart: Não é difícil entrar no mercado estrangeiro, mas ao mesmo tempo é, por que é meio loteria. Tudo muito imprevisível. No mercado americano pode acontecer de um jovem desenhista que no Brasil não teria qualidade para publicar conseguir através de um agente americano, ou até direto, publicar. Ele pode utilizar recursos de trabalhar bem copiando fotos, ou fazer seus desenhos bem baseados em desenhos de americanos, quase que copiando das revistas, e fazer um trabalho bem acabado, mas pobre de criatividade, porém adequado ao que o mercado exige, e pronto: dá certo. Motivado pelo bom preço que pagam, esse garoto vai caprichar mais nas suas cópias e as coisas vão acontecendo. Mas durante um curto tempo, porque no mercado americano há uma rotatividade incrível com relação aos profissionais que participam das publicaçãoes. Você pode fazer uma série de histórias de um personagem, e depois ser desligado e amargar um ano ou mais rodando de editora em editora até conseguir novo trabalho. Na Europa a coisa é mais complicada, e no Japão acho muito difícil alguém conseguir entrar no mercado lá. Vale lembrar que esses mercados não importam roteiros de estrangeiros, só desenhos.

Desde 2001 Mozart Couto vêm colaborando com a editora Opera Graphica, produzindo capas para FANTASMA GOLD, CRÔNICAS DO FANTASMA e FANTASMA MAGAZINE, além de realizar o álbum didático DESENHANDO ARTE FANTÁSTICA e uma revista estilo espada e feitiçaria com o herói Brakan, que co-criou junto com Júlio Emílio Braz..
Também tem trabalhos em Cd-Rom, capas de Cds, e participou de equipe de animações de programas educativos para TV. Trabalha em várias técnicas como bico de pena, aquarela, guache, acrílicas sobre tela e arte digital.
Atualmente Mozart tem se dedicado mais à ilustração de livros didáticos e para-didáticos trabalhando com editoras como FTD, Saraiva, Ática, Melhoramentos, Paulinas, Editora Record, Ave-Maria, Moderna. Foi ganhador, com o livro NOSSO FOLCLORE, do Prêmio Jabuti, o melhor livro didático de 1999, e pelas ilustrações no livro A CARTA DE PERO VAZ DE CAMINHA, da Editora Moderna, em 2000, o certificado de... altamente recomendável ... da Fundação Nacional do Livro Infantil e Infanto-Juvenil.
Em 2004 recebe dois Troféus Ângelo Agostini como melhor desenhista e de melhor arte-finalista de 2003.

Sobre personagens mulheres dos quadrinhos, que descobri lendo outro blogs, principalmente o blog Velta Quadrinhos.

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